

YEARBOOK é um calendário que nasce das mãos de um grupo de talentos internacionais e, como qualquer outro calendário, é a desculpa perfeita para apresentar doze ideias diferentes—através da criatividade e das histórias pessoais de designers e ilustradores vindos dos quatro cantos do mundo. O departamento de design da Fabrica convida alguns dos seus antigos e actuais colaboradores a escolher o seu mês preferido e, a partir dele, marcar o ritmo para os próximos 365 dias.
YEARBOOK is a calendar made of a selected group of international talents and minds, and like any calendar is the perfect excuse to present twelve different ideas that set the mood for another great year. Fabrica's design department invites some of their previous and current collaborators to choose their favourite month, setting the rhythm for the next 365 days.
JANUARY — ELLIOTT BURFORD, australia
FEBRUARY — YUKIHIRO KANEUCHI, japan
MARCH — FILIPE FERREIRA, portugal
APRIL — HENRIETTE KRUSE JØRGENSEN, denmark
MAY — CRISTINA DIAS, portugal
JUNE — MARIANA FERNANDES, portugal
JULY — CATARINA CARREIRAS, portugal
AUGUST — MARTA TEIXEIRA DA SILVA, portugal
SEPTEMBER — PHILIP BONE, uk
OCTOBER — ANDY REMENTER, usa
NOVEMBER — MAGDALENA CZARNECKI, sweden
DECEMBER — GUSTAVO MILLON, chile
Festa de encerramento: 18 de Fevereiro, 18h
Closing Cocktail: February 18th, 18h
De 18 de Janeiro a 18 de Fevereiro
From January 18th to February 18th





A cidade de Lisboa é graciosamente desconstruída—todos os museus, monumentos, edifícios e percursos turísticos são-lhe retirados—de forma a ser reorganizada através de detalhes aparentemente inúteis mas que, de algum modo, completam mapas criados por aqueles que vivem a cidade e a amam. Definem um circuito alternativo, em forma de postais, onde algumas peculiaridades podem ser descobertas.
The city of Lisboa is gracefully deconstructed—museums, monuments, buildings and tours of obvious interest are all removed—as a way of reorganizing through some delightful useless details. Details that are somehow maps made by those who experience daily life in the city, and have a love for it. It outlines an alternative route in the form of postcards, where some peculiarities might be discovered.
por/by Mariana Fernandes
Inauguração: 30 de Setembro, 18h
Opening Cocktail: September 30th, 18h
De 30 de Setembro a 31 de Outubro'11
From September 30th to October 31st
BIS//CUIT is a new contemporary tableware and homeware design brand established in 2010 by Portuguese ceramic designer Carla Santiago.
Their unique objects are inspired by the fields of fashion, graphic design, visual and decorative arts, gastronomy – even music culture. Combining these diverse influences, Studio BIS//CUIT produces timeless and functional pieces for modern homes.
Inauguração: 7 de Maio, 18h
Opening Cocktail: 7th May, 18h
De 7 de Maio a 8 de Junho '11
From 7th May to 8th June '11

Inauguração: 16 de Abril, 17h30
Opening Cocktail: 16th April, 17h30
De 16 de Abril a 2 de Maio '11
From 16th April to 2nd May '11
escultura, desenho, trabalho sobre papel
A percepção das coisas num tempo heterogéneo pressupõe a relativização da unidade ou da conclusão. Na origem assemblada entre passado e presente, a transitoriedade do pensamento no espaço e co-habitação de opostos admitem possibilidades de encontrar estratificações "desalinhadas" num jogo elíptico que emerge da tensão entre discurso e intuição no que é actual e virtual em criação constante.
O recurso a trabalhos de outros autores não assume um registo documental ou arquivístico mas sim explora o contorno emocional da imagem em si em gravitação com os objectos. O limite é deliberadamente mantido em aberto ou inconclusivo, naquilo que pretende formular questões e não respostas.
A exposição integra uma peça em origami do projecto Origamers' by Hideas, colectivo de Arquitectos e Designers.
THE UNCERTAINTY PRINCIPLE
The perception of things in a heterogeneous time presupposes the relativization of the unity or the conclusion.In assembled origin between past and present, the transiency of thought in space and cohabitation of opposite admit possibilities of finding "misaligned" layers in an elliptical game that emerges from the tension between speech and intuition on what is actual and virtual on constant creation.
The resource to other authors work does not assume a documentary or archival record but explores the emotional outline of the image itself on gravitation with objects. The boundary is deliberately kept open or inconclusive in what intends to put questions and not giving answers.





Sack & Blumm, Returns



























